Toda vez que preciso usar o zoom no celular, preciso desinstalar algo porque ele não aguenta.
Então desinstalei o Blogger e o app do Bradesco.
Foi uma boa reunião.
A tarde coloquei a secadora lá fora, a cozinha ficou parecendo imensa.
Depois fui comprar máscaras de um amigo, já que a partir de amanhã serão obrigatórias em juiz de fora.
Hoje acordei tarde, muito tarde, às dez.
Eu e Antônio fizemos almoço (ele realmente colocou arroz, água, tempero e óleo na panela elétrica e ligou, todo concentrado) e à tarde, pão (e ele realmente amassou o pão, moldou etc).
No fim da tarde, ele chorou muito pra sair um pouco, então como a rua estava vazia, ele se sentou na bicicleta e eu o empurrei por dois quarteirões, ele ficou muito feliz.
Cruzamos com pessoas e mantive uma distância de dois metros ou mais. Foi seguro. Foi possível.
Fico as vezes pensando nos "e se...".
Hoje pensei um pouco neles, agora à noite mais ainda.
E se Antônio precisar ir no medico por alguma diarréia? E se eu tiver dor de dente? E se a Gisele ou eu ficarmos com covid?
Tudo isto é bem assustador...
Aí eu lembro que não há diarreia, não há dor de dente, não há covid por enquanto...
O agora tem um poder avassalador sobre nosso delírio existencial.
Esse delírio é o lugar onde moram nossas crenças sobre a gente, os demônios, tudo fruto de uma auto mitologia sobre nossas próprias vivências passadas.
O problema é quando elas tomam o lugar do presente.
Agora a noite, soube que uma amiga está com alguns sintomas mas não tem como pagar o teste por fora nem fazer na rede pública porque não está grave.
Me propus a ajudar, pois o resultado, seja o que for, a colocaria no agora, no presente. Não saber se está a permite sentir o sintoma típico até mesmo se não estiver com o sars-cov 2.
O não saber de si no aqui e agora é a origem do desconforto emocional, sempre...
Assim penso, e num desafio à disposição de ficar acordado por horas, durmo...
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