Hoje brincou muito com suas panelinhas, carrinhos, bicicleta.
Comeu tudo, com apetite, no almoço e jantar.
Deus tetê de imaginação para seus coelhos de pelúcia.
A tarde, dormimos os três. Muito. De 14 as 17.
Um cansaço físico, emocional, mental...
Na verdade não tomamos café hoje. Pode ser isso. Não sei.
Amanhã o plano é irmos ao church office e dar uma olhada e tentar retomar a vida cotidiana conforme ela de nós exige de ser.
Estamos felizes por estar em casa.
Coisas boas acontecem o tempo todo.
Risos, brincadeiras, bolo de chocolate de microondas, frango com limão e cebola.
De manhã, uma saudade de desfez.
Janaina trouxe uma cesta de legumes e verduras e frutas.
Que coisa boa é poder contar com amigos, longe e perto.
De nossa temporada em São João, como alguma coisa fica e muita coisa vai, escolho que fica a saudade da brincadeira de cancela e velotrol.
E ouvir sinos.
E o cantar das molas do experiente colchão evocando infâncias.
E o agradecimento por termos sido acolhidos quando estávamos mais frágeis, e a possibilidade de voltar quando já fortalecidos.
De agora em diante, é aqui que a história acontece... Por enquanto.
Porque amanhã não existe.
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