Bem, na verdade afeta a mim e a quem realmente é e está em isolamento ou quarentena muito pouco.
Fiquem tranquilos.
O stf já determinou que entes federados podem decretar calamidade e quarentena por si mesmos, então o que se torna mais importante é a opinião do prefeito.
E ele é muito mais fácil de pressionar.
Claro, todos queremos a cura e a vacina, torcemos para que se encontre rápido etc.
Mas o horizonte que fica cada vez mais distinguivel é de mortes em breve, e muitas.
Neste sentido e por isto, mesmo se o novo ministro e jair resolverem se empedernir e abrir tudo, os governadores e prefeitos podem simplesmente fechar.
E, nas cidades onde se abrir, se houver contaminados vai haver um estouro de mortes em breve.
Jair perderá a pouca sustentação que ainda tem em breve, pois o pacto federativo não suportará uma distância cada vez mais nítida entre Brasília e a vida real.
Aí ele cai.
Ou, em outra opção, o vírus muta, fica mansinho. Ou muta e mata mais. Ou descobrem uma vacina do nada. Ou um remédio. Enfim, num desses improváveis acontecimentos o provável erro de abertura que, se tomado, não faria a menor diferença na vida do cidadão brasileiro, custará no mínimo a reeleição, pois já que Bolsonaro não manda mais nada, pra que tirar ele de lá? Deixa lá ele se queimar até o fim, os partidários dele vão pra rua, abrem comércios de suas cidades e o escambau.
E morrem de covid ou linchados.
E aí Bolsonaro não ganha nunca mais, porque ganhou apertado, já perdeu parte do apoio e com a morte de mais uns 5-10% do eleitorado dele, aí que não volta mesmo.
Ou seja, dane-se.
Deixa esse ministro falar o que quiser aí nos próximos dias (por enquanto nem fez nada, coitado) e se tudo abrir, vou continuar em quarentena.
Minha quarentena sempre foi voluntária.
Quero continuar em quarentena até que tudo se resolva de qualquer modo que signifique não haver mais risco.
O resto... O resto que se dane, nunca me importei de ser um vizinho amado por todos e não vai ser agora que vou entrar nesse surto.
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